De acordo com o médico do Siate no litoral, Duarte Guerra, as caravelas e água-vivas costumam surgir em julho e permanecem no verão conforme as temperaturas da água e a disponibilidade de alimentos.
Ambos, em contato com a pele do ser humano, provocam uma série de queimaduras. Pessoas alérgicas às toxinas dos animais podem inclusive ficar inconscientes e precisar de tratamento à base de corticóides. Porém, normalmente, o tratamento é feito com pomadas, analgesia e compressas.
Este ano, no litoral baiano, a quantidade de caravelas e água-vivas está normal e não excessiva como no verão passado. Entretanto, o médico faz um alerta: "É importante que as pessoas evitem entrar na água em locais de alta incidência de água-vivas e caravelas. Os banhistas, de dentro d"água, não conseguem enxergar os animais e acabam sendo facilmente queimados."
As maiores vítimas de caravelas e água-vivas costumam ser surfistas e salva-vidas.
