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Benefícios da prática do surfe
Vantagens
É um excelente exercício cardiovascular.
Trabalha todos os grupos musculares.
Desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora.
É um esporte praticado em contato com a natureza.
Riscos
Se praticado sem o devido alongamento e aquecimento da
musculatura, o surfe pode provocar lesões nos ombros
(por causa da remada), nos tornozelos e nos joelhos.
Precauções
Saber nadar.
Usar bloqueador solar.
Conhecer as condições do mar antes de entrar.
Beber muita água antes e depois da prática do surf.
Fazer refeições leves antes de entrar na água.
Como o surfe depende de tempo e oportunidade para ser
praticado, o surfista deve manter outra atividade
física, como a musculação ou a natação, mas de forma
moderada, pois, a atrofia muscular pode dificultar a
remada.
Equipamentos
A escolha de uma boa prancha é indispensável para o bom
desempenho deste esporte. Recomenda-se aos iniciantes os
modelos maiores, chamados de long
boards (pranchas grandes), que podem ser encontrados
nas boas lojas do ramo ou feitos por encomenda.
Período mínimo para fazer efeito
Com aulas pelo menos duas vezes por semana, em cerca de
um mês, o iniciante já está em condições de entrar no
mar e ficar em pé sobre a prancha. Mas, as habilidades
nas manobras só começas a tomar forma depois de cinco
anos de prática.
Quem deve fazer
A prática é indicada para pessoas a partir dos cinco
anos de idade, que saibam nadar e que tenham feito
exames médicos para avaliar as condições físicas e
cardiovasculares.
Dicas da especialista
Freqüentar uma boa escola de surfe é fundamental para o
bom desempenho e para a segurança deste esporte.
Na escola, o aluno aprende o surfe passo a passo, fica
sabendo como se alongar adequadamente, descobre seu
ponto de equilíbrio, recebe noções dos movimentos
básicos, tem acompanhamento no mar e aprende a conhecer
o mar, os ventos e as marés, estando apto a identificar
os locais e os momentos mais apropriados para praticar o
esporte.
Fonte: www.tudook.com
A PRÁTICA DO SURF E SUA INFLUÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO
INFANTO-JUVENIL
1-
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos a prática do surf tem crescido em
grandes proporções principalmente no público infantil
como também no adolescente, que residem em cidades
litorâneas ou próximas, onde é comum junto à suas
famílias, freqüentarem nos finais de semana a praia, na
busca de um estilo de vida mais saudável, unindo
harmoniosamente atividade física e natureza.
Já é muito comum encontrar diversas escolas de surf e
instituições de ensino que possuem em seu programa
extracurricular, o ensino deste esporte. Apesar das
poucas pesquisas realizadas para verificar
qualitativamente como este esporte tem contribuído para
o desenvolvimento de crianças e adolescentes, sabe-se
que a prática esportiva, independente da modalidade,
muito contribui na formação do público infanto-juvenil,
tanto na parte motora, como na cognitiva, na social e na
afetiva.
Porém, foram muitos anos de estudo referentes a estas
modalidades, por assim dizer, de prática comum, como o
futebol, o vôlei, o basquete, a natação, enfim, que
fazem parte do cenário olímpico, para comprovar as
contribuições que os mesmos trazem na formação deste
público.
O surf é uma modalidade esportiva que compreende os
considerados esportes de aventura e/ou turismo de
aventura (ROCHA e LINSKER, 1995).
Este segmento se relaciona as práticas que envolvem a
corporeidade e exposição voluntária de si próprio;
coragem; superação de limites físico–motores individuais
ou em grupos.
Os praticantes “[...] encontram momentos de emoções, de
sensações, de contatos físicos que os levam a momentos
de prazer intenso, proporcionando sentimentos de fusão
com o mundo” (COSTA, 2000).
Assim, o presente artigo pretende reunir informações que
possam contribuir para o entendimento da qualificação
que a prática deste esporte traz na formação do público
infantil. Inicialmente o artigo abordará um breve
histórico do surf. Na sequência serão apontados os
benefícios e implicações do surf no que diz respeito ao
desenvolvimento das qualidades físicas, motoras e
psicológicas na infância. E por último teceremos algumas
considerações.
2. ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DO SURF: DA
HISTÓRIA AOS SEUS BENEFÍCIOS.
É muito questionado na literatura, o local onde se
originou a prática de se deslizar sobre as ondas do mar.
Algumas teorias levam a África Ocidental, outras a costa
norte do Peru, em que foram encontrados nativos
deslizando em embarcações feitas de fibra de junco
chamadas de “caballos de totora” (ÁRIAS, 2002).
Segundo Árias (2002), os polinésios seriam os
precursores culturais do surf. Para ele estes seriam os
responsáveis pela “[...] criação do código genético que
centenas de anos depois levou esse povo para o mar, não
mais com o intuito de migrar ou desbravar, mas com
objetivo de brincar e divertir-se”.
Gutemberg (1989) acrescenta que os polinésios, pela
necessidade de trabalhar e viverem do mar, enfrentavam
quaisquer condições do mar, seja elas de mar calmo ou
com muitas ondas; e ainda, não se sabe exatamente
quando, mas o trabalho tornou-se lazer.
Na maioria das ilhas do oeste da Polinésia, o surf era
praticado principalmente por crianças e quase que
exclusivamente por meninos, mas, em contraste com outras
ilhas, o surf era praticado por todas as pessoas,
homens, mulheres e crianças de diferentes idades.
(FINNEY e HAUSTON, apud ÁRIAS, 2002).
No Brasil, a história do surf começou timidamente na
década de 30 e hoje toma proporções bastante
significativas, posicionando-se entre os três esportes
mais praticados no país. Outrora, esse esporte passou
por preconceitos sociais, em que seus praticantes eram
vistos como desocupados, numa época politicamente
conturbada da década de 70. Já na década de 80, com a
explosão do mercado da “surfwear”, inicio-se uma nova
fase para o surf.
O surf contemporâneo é praticado por pessoas de todas as
idades, crianças, jovens, adultos e idosos,
democratizando-se e derrubando as barreiras do
preconceito. Um exemplo disso é a prática desse esporte
por pessoas com necessidades especiais, e também homens
e mulheres de todas as partes do mundo, mesmo moradores
de lugares distantes dos litorais, ganhando espaço em
instituições sociais formais como as escolas e
universidades.
Dessa forma, o surf se torna não somente uma prática
esportiva voltada ao lazer, mas um instrumento
pedagógico e de interação social, proporcionando aos
seus praticantes momentos de prazer e de encontro entre
gerações. Considerando essa linha de raciocínio, iremos
a seguir, discorrer sobre a importância da prática do
surf e suas influências no desenvolvimento global
infantil.
2.1. A PRÁTICA ESPORTIVA NO PÚBLICO INFANTO-JUVENIL
Nos dias de hoje o esporte vem dividindo sua atenção com
os avanços da tecnologia (televisão, computador, jogos
eletrônicos, etc.). Com isso aumenta o número de
crianças sedentárias e que, conseqüentemente, serão
adultos propensos a doenças chamadas
crônico-degenerativas como hipertensão, diabetes,
osteoporose e cardiopatia.
Portanto, estimular as crianças e adolescentes a um
estilo de vida ativa as levará não apenas a prevenir
doenças, mas também promover o seu bem-estar e melhor
qualidade de vida. O estilo de vida ativa não caminha
sozinho na promoção da saúde. Alimentação adequada,
controle de stress, relacionamento social prazeroso,
hábitos e comportamentos saudáveis formam os outros
componentes fundamentais (TANI, 2001).
Betti (1991), conceitua o esporte como uma ação social
institucionalizada, regrada, que se desenvolve com base
lúdica, em forma de competição entre duas ou mais partes
oponentes ou contra a natureza. Para ele "[...] seu
resultado é determinado pela habilidade do praticante e
é, para este, gratificante tanto intrínseca como
extrinsecamente”.
Para Tani (1996), o esporte enquanto conteúdo de
educação física escolar ou não escolar tem como objetivo
primordial à aquisição de habilidades e conhecimentos, e
sua prática ao longo da vida, visam o bem-estar e a
qualidade de vida.
Diem (1977, apud SOUZA NETO, 1994), nos diz que no
esporte vale efetivamente o mesmo princípio básico de
qualquer outro processo de aprendizagem, em que quanto
mais diferenciada a oferta, maior serão as
probabilidades de aprendizagem, isto é, quanto mais
qualificado o ambiente ou conjunto de pré-requisitos da
movimentação, mais diferenciados serão os desempenhos
das crianças.
Steiman (2003) acredita que, dos 06 aos 12 anos, a
criança deve ser estimulado à iniciação esportiva a fim
de adquirir experiências e contatos com diversas
modalidades, entre elas o surf. “O objetivo nesse
período da vida é tornar a criança um atleta completo, e
não um surfista precoce [...]”. Segundo o autor, algumas
qualidades físicas precisam ser desenvolvidas nesta
fase.
Já dos 12 aos 15 anos, com a explosão dos hormônios
sexuais e do crescimento, ocorre um aumento importante
da massa muscular, da altura e do peso. É nessa fase que
se destaca a importância do surf na escola como
modalidade de Educação Física.
Portanto, deve-se estar atento a iniciação esportiva na
infância. Sabe-se que o desenvolvimento de habilidades
motoras passa por um processo de maturação. Estudiosos
na área do desenvolvimento motor dedicaram-se as
habilidades fundamentais de movimento definindo estágios
no desenvolvimento, ressaltando a importância da
aquisição do estágio maduro, para futuramente a
especialização do movimento.
GALLAHUE,1989; TANI, 1988; WILLIAMS, 1983; WICKSTROM,
1977; apud SOUZA NETO, 1994).
2.2 - ABORDAGEM DAS QUALIDADES FÍSICAS E MOTORAS
As qualidades físicas do indivíduo são a base para o
desenvolvimento das habilidades motoras necessária para
a prática esportiva. É na infância que estas qualidades
começam a ser desenvolvidas através de estímulos
diversos proporcionados por brincadeiras e atividades de
iniciação esportiva.
Dantas (1986) classifica as qualidades físicas sobre
dois aspectos:
1. Qualidades da forma física – qualidades físicas
desenvolvidas ou obtidas por meio de treinamento: força
estática, força dinâmica, força explosiva, resistência
aeróbica, resistência anaeróbica, resistência muscular
localizada e flexibilidade.
2. Qualidades da habilidade motora – qualidades inatas
que podem ser treinadas: coordenação, agilidade,
velocidade de reação e de movimento; equilíbrio
dinâmico, estático e recuperado.
Para Lowdon, citado por Vasconcelos (1995), a prática do
surf exige que o praticante desenvolva: a resistência
aeróbia para remar na onda; a força de membros
superiores para entrar na onda; velocidade, força de
membros inferiores e agilidade e flexibilidade para
realizar manobras.
Segundo Bez (1998), estas qualidades físicas podem ser
avaliadas através da divisão da prática do surf em três
etapas: remada em direção ao “out-side” (onde as ondas
começam a se formar) que dura em cerca de 5 a 10 minutos
exigindo uma alta condição aeróbia; remada para entrar
na onda, onde se desenvolve potência de membros
superiores; e a realização de manobras, que envolve uma
combinação de qualidades da habilidade motora, além de
agilidade, coordenação e mobilidade de todas as
articulações do corpo.
Ao considerarmos o desenvolvimento motor, devem-se
observar os níveis das habilidades fundamentais de
movimento em que se encontram as crianças envolvidas na
atividade em questão.
Wicstrom (apud SOUZA NETO, 1994), conceitua as
habilidades fundamentais como atividades motoras comuns
e naturais, com um propósito amplo. Estas habilidades
são básicas para a aquisição de habilidades motoras mais
complexas e específicas. Singer, citado por Gallahue
(1989), observou que algumas crianças apresentavam
dificuldades para a aprendizagem de habilidades motoras
devido à falta de experiências com padrões motores
durante a infância.
Os padrões fundamentais de movimento podem ser
considerados como uma série organizada de movimentos
básicos que permitem locomoção, manipulação e o
equilíbrio. Estes padrões motores são classificados em
estágios de desenvolvimento, a saber:
(a) Estagio Inicial - são as primeiras tentativas da
criança em realizar um movimento fundamental
apresentando-se desorganizado e pouco coordenado;
(b) Estágio Elementar – que envolve maior controle e
coordenação rítmica;
(c) Estágio Maduro – apresenta um desempenho eficiente
característico de um movimento controlado e coordenado,
semelhante a um adulto.
Malina e Bouchard (apud SOUZA NETO, 1994) consideram a
infância como um período de crescente experimentação com
uma variedade de tarefas motoras de gradual e
progressivo desenvolvimento da proficiência em padrões
de movimentos e habilidades motoras, sendo assim, uma
das mais importantes tarefas desenvolvidas na infância.
Baseado nestes conceitos, a prática do surf deve ser
estimulada nesta faixa etária observando os níveis de
maturação para o desempenho das habilidades específicas.
2.3. ASPECTOS PSICOLÓGICOS
A prática do surf, além dos aspectos físicos e motores,
envolve a parte psicológica de forma bastante atuante
por envolver aspectos relacionados às emoções e as
sensações de bem-estar. Segundo Ratey (2002, p. 254), a
palavra emoção deriva do latim movere – mover,
pôr em movimento – “... é um movimento de dentro para
fora, um modo de comunicar nossos mais importantes
estados e necessidades internas”. Os mecanismos
cerebrais são os mesmos para toda a nossa informação
sensória e motora.
O autor acrescenta também que as emoções expressam-se
fisicamente através da atividade motora interna com
aumento dos batimentos cardíacos, e externamente, em
movimentos expressivos como um sorriso, um franzir do
cenho ou uma mudança de postura.
A atividade física, já se sabe, melhora o corpo, e as
novas pesquisas apontam o efeito positivo sobre a vida
mental, demonstrado pelo aumento da quantidade de sangue
que irriga o cérebro, fazendo com que também aumente o
número e a densidade dos vasos sanguíneos nas áreas do
córtex motor e do cerebelo. Portanto, além de
incrementar os vasos sanguíneos, a atividade tem efeito
semelhante sobre o cérebro. Quanto mais é o esforço a
que nos submetemos, melhor é a circulação e mais apta
fica aquela parte do cérebro. (RATEY, 2002).
Exercícios prolongados e vigorosos aumenta no cérebro,
os níveis de endorfinas, que são substâncias narcóticas
de ocorrência natural que diminuem a dor e aumentam as
sensações de conforto e bem-estar.
Entretanto, os três principais neurotransmissores -
norepinefrina, dopamina e serotonina – são incrementados
pelo exercício e estão implicados em seus efeitos sobre
a elevação do humor. Segundo Ratey (2002, p. 395) “[...]
o exercício aumenta os neurotransmissores, os quais
ajudam na regulação do estado de ânimo, no controle da
ansiedade e na competência para manipular o estresse e a
agressividade, tornando-nos mais atentos e sociáveis”.
A melhora da auto-estima também é um efeito conhecido da
atividade física. Pesquisas realizadas demonstram que
pessoas submetidas às atividades de preparação física
aumentavam a sensação de bem-estar e outras melhoravam
sua vida social. (RATEY, 2002).
Para Steiman (2003), o surf permite que se desenvolva o
corpo, ganhando nova estrutura, que gera auto-estima, e
consciência da capacidade de conquista, ampliando as
possibilidades de realizações.
As atividades que envolvem a aprendizagem de movimentos
mais complexos abraçando uma série de movimentos
coordenados como o surf, faz com que cresçam mais
conexões entre neurônios. Para Ratey (2002), atividades
que proporcionam a melhora do equilíbrio e coordenação,
reduzem a timidez e aumentam a capacidade de fazer
amigos. Segundo ele, essas atividades“[...] fortalecem
as redes neurais no cerebelo, que é a área responsável
pelo equilíbrio e a coordenação física, mas também pela
coordenação de nossas interações sociais”.
Portanto, crianças e adolescentes que são oportunizadas
a aprender atividades que envolvam essas características
diferenciadas formar-se-ão, possivelmente, adultos com
estilo de vida diferenciados e saudáveis tanto nos
aspectos físico e mental.
Assim, o surf, considerado um esporte de aventura e em
contato com a natureza, além de proporcionar prazer aos
seus praticantes, traz benefícios essenciais para o seu
desenvolvimento integral. No que diz respeito às
crianças e adolescentes, o esporte pode tornar-se um
grande aliado pedagógico, isso porque desenvolve as
habilidades motoras, essenciais para a alfabetização,
físicas, pois auxilia no desenvolvimento e crescimento
dos mesmos e psicológico porque desenvolve algumas
competências como a cooperação, a interação com o outro
e com a natureza e a elevação da auto-estima, aspecto
tão importante para a construção de sua identidade
social.
A seguir, faremos um breve relato de experiência de um
projeto que envolve a modalidade esportiva surf,
desenvolvido em Florianópolis há seis anos, atendendo
crianças e adolescentes de escolas públicas e
particulares.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Deve-se aproveitar a infância e a adolescência para se
cultivar a prática da atividade física e esportiva,
tornando-se um hábito que se prolongue na vida adulta.
Nesses períodos, uma atividade que incite o prazer é
essencial.
Assim, acredita-se que oportunizar a prática do surf
contribui significativamente para os fins relacionados,
além de auxiliar no desenvolvimento psicomotor, social e
psicológico dos sujeitos praticantes, garantindo, a
partir de momentos adequados e orientados, de alicerce
para um adulto sadio e equilibrado.
Todavia, não nos cabe aqui enaltecer esse estudo como
produto final sobre os efeitos que a prática do surf nos
traz. Mas, sim, despertar o desejo de se conhecer ainda
mais sobre o quanto à prática deste esporte pode
contribuir na formação do indivíduo e suas implicações
no público infanto-juvenil.
Numa observação concreta da prática do surf, crianças e
adolescentes de classes sociais distintas, que
participaram do projeto “Surfando na Escola”
desenvolvido pelo Instituto Educacional e Social Surf
Brasil (IESSB) e certificado pelo Conselho dos Direitos
da Criança e do Adolescente do município de
Florianópolis/SC, apresentaram um nível de satisfação
tão significativo que levou-nos a buscar subsídios para
entender de que forma o surf estaria contribuindo. Hoje,
podemos afirmar que a riqueza deste esporte é o grande
responsável.
Acredita-se, que a prática sistemática do surf implicará
neste público à formação de um estilo de vida que será
responsável por uma qualidade de vida desejável pelo ser
humano. Porém, ainda existem poucos estudos
longitudinais no aspecto de desenvolvimento do público
infanto-juvenil na prática do surf que possam corroborar
com o crescimento do conhecimento científico deste
esporte. Assim, este artigo sugere que se incentive e
realizem-se estudos neste campo.
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ROCHA, Ana A. & LINSKER, Roberto. Guia Brasil aventura.
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Fonte: www.ibrasurf.com.br